terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
OSÓRIO TERÁ CIRCUITO DE SURF
Entre todos os esportes praticados em Osório, um deles tem chamado a atenção pelo imenso número de adeptos.
Esse esporte de nome “SURF”, que tem suas origens na Polinésia e era praticados pelos reis da época, com o passar dos anos ganhou um número infinito de atletas.
Pra se ter uma ideia, no Brasil, o surf é o segundo esporte mais praticado, ficando atrás apenas do futebol.
Osório não fica atrás, apesar de não ser uma cidade praiana, no entanto, temos duas praias, Atlântida Sul e Mariápolis que ficam 18 kilometros da sede do município.
Durante 365 dias do ano é possível para o surfista poder dropar as ondas, desde que o mar esteja em condições apropriadas. Porém, como todos sabem, o Rio Grande do Sul possui mar aberto, o que em muito pode prejudicar a formação das ondas, devido a entrada de inúmeras frentes frias pela costa gaúcha, bem ao contrário do vizinho estado de Santa Catarina, que possui inúmeras baías e encostas, que favorecem a prática do esporte sem a interferências das frentes frias.
É possível se notar o grande número de surfistas de Osório que diariamente estão na praia, praticando esse esporte.
E para fortalecer o esporte, reunir a galera, no intuito de realizar uma grande confraternização do surf, é que o município irá realizar neste ano o CIRCUITO OSÓRIO DE SURF, que visa agregar os amantes desse esporte.
A primeira etapa deverá ser realizada entre o final de janeiro e final de fevereiro, na praia de Atlântida Sul.
O projeto do CIRCUITO OSÓRIO DE SURF, foi desenvolvido pelos osorienses FÁBIO (alfinete) GOULARTH e MARCELO( paulera) RECH.
Cada etapa terá dois dias de duração nas categorias: Surf: Interna (Osório) – categoria permanente nas três etapas, valendo pelo Circuito Osório de Surf. Interna (Atlântida Sul) - categoria permanente nas três etapas, valendo pelo Circuito Osório de Surf e Open - categoria permanente nas três etapas, valendo pelo Circuito Osório de Surf, com a possibilidade de um categoria Iniciantes ( aberta ) – até 14 anos e categoria Longboard.
A premiação será em torno de R$ 3.000,00 em prêmios por etapa mais premiação especial para campeões do circuito Osoriense, cedidos pelas marcas de surfwear. O vencedor de cada etapa na categoria Open, receberá uma prancha zero kilometro, e o grande campeão do Circuito receberá uma passagem aérea para o Peru.
Em breve será definida a realização da primeira etapa do Circuito.
O lançamento do CIRCUITO OSÓRIO DE SURF, acontecerá no BAR DO LARGO, com várias atrações, em data a ser definida.
Maiores informações, com FÁBIO ALFINATE na Loja K&Z, ou MARCELO PAULERA, fone: 9956-0770, ou e-mail: paulerasurf@gmail.com
ALOHA!!!
terça-feira, 15 de dezembro de 2009

ASSOCIAÇÃO DE SURF DE TRAMANDAI TEM NOVA DIRETORIA
A Associação de Surf de Tramandaí (ASTRI) definiu no último dia 04 de dezembro a nova diretoria para o biênio 2010-2011.
O empresário local Marcio Ramos, proprietário da Lip Sul Surf Shop, é o novo presidente, o vice-presidente é Ricardo Lopes Moreira, tesoureiro Luis César Santos, secretário Humberto Rocha, diretor técnico Diego Gobatto, diretor de marketing Virgilio Matos, diretor jurídico Charles Matos e diretor de comunicação Alexandre Almeida.
Já foi dado início o cadastramento de associados, aqui pelo Ondasdosul, site oficial da ASTRI, com um grande número de interessados, e como primeira ação da nova diretoria, será realizada uma assembléia em janeiro, onde será dado destino aos 06 Longs doados para a Associação, que serão entregues, através de votação, aos atletas filiados mais votados. Nesta primeira reunião também será informada a data do primeiro surf-treino do ano de 2010, como forma de colocar na ativa os competidores locais e busca de novos talentos para o surf da cidade, enquanto são preparados eventos maiores. A data da assembléia será amplamente divulgada, para que todos participem deste importante momento.
Lembrando a todos que é muito importante o cadastramento dos que se interessarem em filiar-se a ASTRI, para participarem das reuniões e decidirem as ações que será executadas.
Em breve daremos mais notícias sobre a ASTRI
sábado, 22 de agosto de 2009
Quem não berra não é ouvido
O ano era 1886 na industrializada cidade norte-americana de Chicago. Ser um operário daquelas fábricas era jogo duro na época. As jornadas de trabalho iniciavam cedo da manhã e se estendiam até bem tarde da noite.
Os salários, em contrapartida, não chegavam nem perto de todo o esforço empregado pelos trabalhadores.
Até que eles se deram conta de que isso era quase uma escravidão e no dia 3 de maio milhares se juntaram em uma manifestação para reivindicar uma jornada de 8 horas diárias. Neste mesmo dia houve um pequeno levante de uma parte dos trabalhadores que acabou em confusão com a polícia. O enfrentamento resultou na morte de alguns manifestantes.
No dia seguinte, outro protesto foi realizado contra as fatalidades ocorridas no dia anterior e, desta vez, uma bomba jogada por pessoas não identificadas acabou por matar sete policiais.
Como reposta, os agente abriram fogo contra a multidão e mais doze trabalhadores foram mortos. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Nesta mesma época, manifestações semelhantes aconteceram em outros locais do planeta.
O tempo passou e a luta continuou, até que em certo momento os patrões foram obrigados a ceder, forçados pelo apelo popular.
Porque escrevo tudo isso? Para dizer que não há conquistas sem luta e engajamento das classes. E não tem nada a ver com mortes e ações violentas, isso é só para frisar que por trás de qualquer conquista existe uma dose de sacrifício.
Legisladores, prefeitos, governadores, presidentes, patrões e qualquer outro cargo de comando só levam a sério e se dedicam aos apelos populares quando estes notam que determinada classe possui força política.
Os que não se organizam e pressionam, nada conseguem. Ninguém irá prestar atenção em seus problemas. Quem não berra não é ouvido.
O que acontece no Rio Grande do Sul no caso das áreas de pesca e surf é exatamente isso. Há quase trinta anos os surfistas são uma minoria que assiste calada os seus semelhantes morrerem enredados em cabos e redes.
Uma minoria ainda mais diminuta aos olhos dos donos das canetas oficiais.
Os surfistas discutem e extravasam sua indignação em rodinhas de conversa na beira da praia ou mais na noite, tomando umas.
Nossos protestos acontecem no outside, lá fora, tão distante que nenhuma voz é ouvida.
Qualquer manifestação contra essa atrocidade que vem dizimando jovens e suas famílias, reúne mais pessoas que uma partida de xadrez. No máximo, todos os surfistas presentes em um protesto cabem dentro de uma Towner.
Isso é lamentável e triste. Nosso levante é do tamanho de um quebra-molas acahatado e, nesta levada, nunca conseguiremos nada.
Você aí que está lendo este texto, já participou de alguma manifestação em defesa da regulamentação das áreas de surf e pesca? Já? Você era um daquela meia dúzia? Parabéns!
Agora, se você nunca se interessou em participar de algum protesto e acha que isso não adianta nada mesmo, fique sabendo que é por pessoas como você que até hoje pouca coisa foi conquistada.
Todos, absolutamente todos os surfistas são um pouco responsáveis por cada uma das 46 mortes ocorridas nestes últimos 26 anos.
TEXTO: CARLOS VARGAS - CLUB SURF
O ano era 1886 na industrializada cidade norte-americana de Chicago. Ser um operário daquelas fábricas era jogo duro na época. As jornadas de trabalho iniciavam cedo da manhã e se estendiam até bem tarde da noite.
Os salários, em contrapartida, não chegavam nem perto de todo o esforço empregado pelos trabalhadores.
Até que eles se deram conta de que isso era quase uma escravidão e no dia 3 de maio milhares se juntaram em uma manifestação para reivindicar uma jornada de 8 horas diárias. Neste mesmo dia houve um pequeno levante de uma parte dos trabalhadores que acabou em confusão com a polícia. O enfrentamento resultou na morte de alguns manifestantes.
No dia seguinte, outro protesto foi realizado contra as fatalidades ocorridas no dia anterior e, desta vez, uma bomba jogada por pessoas não identificadas acabou por matar sete policiais.
Como reposta, os agente abriram fogo contra a multidão e mais doze trabalhadores foram mortos. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Nesta mesma época, manifestações semelhantes aconteceram em outros locais do planeta.
O tempo passou e a luta continuou, até que em certo momento os patrões foram obrigados a ceder, forçados pelo apelo popular.
Porque escrevo tudo isso? Para dizer que não há conquistas sem luta e engajamento das classes. E não tem nada a ver com mortes e ações violentas, isso é só para frisar que por trás de qualquer conquista existe uma dose de sacrifício.
Legisladores, prefeitos, governadores, presidentes, patrões e qualquer outro cargo de comando só levam a sério e se dedicam aos apelos populares quando estes notam que determinada classe possui força política.
Os que não se organizam e pressionam, nada conseguem. Ninguém irá prestar atenção em seus problemas. Quem não berra não é ouvido.
O que acontece no Rio Grande do Sul no caso das áreas de pesca e surf é exatamente isso. Há quase trinta anos os surfistas são uma minoria que assiste calada os seus semelhantes morrerem enredados em cabos e redes.
Uma minoria ainda mais diminuta aos olhos dos donos das canetas oficiais.
Os surfistas discutem e extravasam sua indignação em rodinhas de conversa na beira da praia ou mais na noite, tomando umas.
Nossos protestos acontecem no outside, lá fora, tão distante que nenhuma voz é ouvida.
Qualquer manifestação contra essa atrocidade que vem dizimando jovens e suas famílias, reúne mais pessoas que uma partida de xadrez. No máximo, todos os surfistas presentes em um protesto cabem dentro de uma Towner.
Isso é lamentável e triste. Nosso levante é do tamanho de um quebra-molas acahatado e, nesta levada, nunca conseguiremos nada.
Você aí que está lendo este texto, já participou de alguma manifestação em defesa da regulamentação das áreas de surf e pesca? Já? Você era um daquela meia dúzia? Parabéns!
Agora, se você nunca se interessou em participar de algum protesto e acha que isso não adianta nada mesmo, fique sabendo que é por pessoas como você que até hoje pouca coisa foi conquistada.
Todos, absolutamente todos os surfistas são um pouco responsáveis por cada uma das 46 mortes ocorridas nestes últimos 26 anos.
TEXTO: CARLOS VARGAS - CLUB SURF
segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Oração de cura e libertação pelo Sangue de Jesus
Hoje acordei com essa canção na minha cabeça, estamos vivemos mesmo o mês do Sangue De Jesus, música do Vida Reluz, então rezemos:
“Quem poderá resistir, se Jesus derramando está,
Seu Sangue precioso aqui neste lugar!”
Jesus derrama o teu Sangue precioso em minha pessoa, nos meus sentimentos e vontades, purifica Senhor de todo desejo do pecado, os meus pensamentos e ações. Purifica a minha afetividade e sexualidade daí-me a tua pureza no corpo e na alma.
Sangue Precioso de Jesus cura-me da tristeza e da depressão, do medo e de toda enfermidade espiritual e mental, Cura-me da síndrome do pânico e de tudo que possa estar amarrando a minha vida.
Jesus coloca no teu lado aberto, todo o meu corpo, proteja-me de toda doença, por isso, lava-me com o teu precioso Sangue e deixa longe de mim as pestes e doenças contagiosas, a mim e a todos os meus, eu confio em vós.
Jesus derrama o teu precioso Sangue em minha família, os casos mais difíceis que eu vivo em minha casa, aqueles que estão bem afastados de ti e estão vivendo no pecado e no vício, eu te peço Lava com o teu Sangue e cura a cegueira que eles trazem no coração.
Sangue de Jesus fonte de toda graça e libertação, livra-nos do maligno, das praticas espirituais falsas, como o espiritismo, a macumbaria, horóscopo, feitiçaria e sitas orientais, em teu Nome Jesus eu renuncio a todas elas e proclamo o teu senhorio em minha vida. Liberta também, todos os de minha família das garras do mal.
Clamo o Sangue de Jesus sobre todo o espaço físico de minha casa, do meu ambiente de trabalho e os colegas que trabalham comigo, livra-nos de toda inveja, disputa e concorrência desleal, acidentes e de tudo que possa e queira me prejudicar quando estiver andando na rua, livra-me do desemprego e da carência material, daí-me o necessário.
Quero junto a Virgem Maria, que estava contigo aos pés da Cruz, consagrar todo o meu ser ao Preciosíssimo Sangue Redentor de Cristo meu salvador e libertador. Assim posso agradecer e dizer, quem poderá resistir se Jesus está derramando seu sangue aqui, neste lugar!
Hoje acordei com essa canção na minha cabeça, estamos vivemos mesmo o mês do Sangue De Jesus, música do Vida Reluz, então rezemos:
“Quem poderá resistir, se Jesus derramando está,
Seu Sangue precioso aqui neste lugar!”
Jesus derrama o teu Sangue precioso em minha pessoa, nos meus sentimentos e vontades, purifica Senhor de todo desejo do pecado, os meus pensamentos e ações. Purifica a minha afetividade e sexualidade daí-me a tua pureza no corpo e na alma.
Sangue Precioso de Jesus cura-me da tristeza e da depressão, do medo e de toda enfermidade espiritual e mental, Cura-me da síndrome do pânico e de tudo que possa estar amarrando a minha vida.
Jesus coloca no teu lado aberto, todo o meu corpo, proteja-me de toda doença, por isso, lava-me com o teu precioso Sangue e deixa longe de mim as pestes e doenças contagiosas, a mim e a todos os meus, eu confio em vós.
Jesus derrama o teu precioso Sangue em minha família, os casos mais difíceis que eu vivo em minha casa, aqueles que estão bem afastados de ti e estão vivendo no pecado e no vício, eu te peço Lava com o teu Sangue e cura a cegueira que eles trazem no coração.
Sangue de Jesus fonte de toda graça e libertação, livra-nos do maligno, das praticas espirituais falsas, como o espiritismo, a macumbaria, horóscopo, feitiçaria e sitas orientais, em teu Nome Jesus eu renuncio a todas elas e proclamo o teu senhorio em minha vida. Liberta também, todos os de minha família das garras do mal.
Clamo o Sangue de Jesus sobre todo o espaço físico de minha casa, do meu ambiente de trabalho e os colegas que trabalham comigo, livra-nos de toda inveja, disputa e concorrência desleal, acidentes e de tudo que possa e queira me prejudicar quando estiver andando na rua, livra-me do desemprego e da carência material, daí-me o necessário.
Quero junto a Virgem Maria, que estava contigo aos pés da Cruz, consagrar todo o meu ser ao Preciosíssimo Sangue Redentor de Cristo meu salvador e libertador. Assim posso agradecer e dizer, quem poderá resistir se Jesus está derramando seu sangue aqui, neste lugar!
domingo, 1 de março de 2009


Quem disse que o Brasil não tem onda de nível internacional?26/02/2009
O Brasil possui uma costa litorânea de aprox. 8.000km de extensão, uma das maiores do mundo, banhada diretamente pelo Oceano Atlântico, o mesmo oceano que banha a costa oeste da África do Sul, onde se situa algumas das melhores e mais poderosas ondas do mundo. Pois bem, Muitos surfistas de todo o país e de fora também dizem que o Brasil não possui ondas de nível internacional, ondas “gringas” de qualidade.
Eu discordo. O primeiro passo é saber que uma boa parte do nosso litoral, principalmente no norte e nordeste do país é ainda inexplorada e pode esconder algumas jóias raras para os aventureiros de plantão dispostos a ir a busca.
No nordeste também temos algumas ondas em fundo de coral, (algumas ondas catalogadas) como por exemplo a praia do Forte na Bahia. Todos os surfistas sabem que fundos de corais são melhores pois não se alteram constantemente, e a ondulação quando entra juntamente com a combinação de outros fatores como maré e vento vai sempre quebrar ali naquela bancada perfeita.
Mas aqui também existem ondas internacionais que não precisam quebrar em fundos de coral para necessariamente serem perfeitas. No Brasil temos ondas “gringas” sim! Principalmente em condição de point breaks. Vou me referir aqui a ondas de alta perfomance, deixando de lado ondas em beach breaks e as ondas pesadas e perfeitas que temos por aqui também, como por exemplo, Ilha dos Lobos (RS), Laje de Jaguaruna (SC) e Shorebreak – Copacabana (RJ).
Dentro deste perímetro de costa , banhada pelo grande Oceano Atlântico, é impossível que não tenha ondas de qualidades, capaz até de fazer frente com algumas ondas internacionais. Dentro de nossa imensa costa, temos inúmeros recortes na topografia das praias, muitos costões, muitas baías, muitas enseadas... isso tudo favorece o aparecimento de boas ondas. Mas o que realmente difere o Brasil de outras localidades em termos de ondas, como por exemplo Hawaii, Austrália, Indonésia e etc. é a constância e a proporção dos swells que os atinge, estes mesmos que aqui não bombam constantemente pois o Oceano Atlântico é mais calmo do que os Oceanos Pacífico e Índico respectivamente.
Essa é a principal diferença, digamos que a primordial. Outra diferença que vale destaque é que esses locais são ilhas oceânicas, até mesmo a Austrália, podemos considerar como uma imensa ilha oceânica pois é banhada por todos os lados. Isso também favorece a entrada de swells por diferentes direções. Outro fator a se considerar é que o principal swell que atinge a costa brasileira, o mais constante não é o swell que atinge nosso litoral de frente. Nosso litoral, num geral está todo virado para o lado leste e o nosso principal swell é o do quadrante sul, isso faz com que muitos picos ao longo de todo nosso litoral fique adormecido por longos períodos de tempo, precisando de boas ressacas para poderem funcionar.
Pois é, agora está diagnosticado estudado os porquês, então imaginem se picos aqui do Brasil como Matinhos (PR) Paralelas (PR), direitas de Guaratuba (PR), Itapuca (RJ), Campeche (SC), Lambe-lambe (SC) entre outros picos de point breaks no Brasil quebrassem constantemente assim como os picos da “gringa”? Com certeza já teríamos um campeão mundial de surfe e o Brasil seria uma grande potência no esporte! Ondas gringas de altas perfomance nós temos sim, o que falta é swell bombando! Da mais uma olhadinha na foto acima, só que também não acorde amanhã achando que o mar subiu e que aquele pico “X” pode estar bombando, que você tem grandes chances de chegar no pico e encontrar o mar colado. Hahahha – Brasil é isso, ondas nós temos, nos falta é swell!
HUGO CASTRO http://nossomundoeosurf.blogspot.com/
O Brasil possui uma costa litorânea de aprox. 8.000km de extensão, uma das maiores do mundo, banhada diretamente pelo Oceano Atlântico, o mesmo oceano que banha a costa oeste da África do Sul, onde se situa algumas das melhores e mais poderosas ondas do mundo. Pois bem, Muitos surfistas de todo o país e de fora também dizem que o Brasil não possui ondas de nível internacional, ondas “gringas” de qualidade.
Eu discordo. O primeiro passo é saber que uma boa parte do nosso litoral, principalmente no norte e nordeste do país é ainda inexplorada e pode esconder algumas jóias raras para os aventureiros de plantão dispostos a ir a busca.
No nordeste também temos algumas ondas em fundo de coral, (algumas ondas catalogadas) como por exemplo a praia do Forte na Bahia. Todos os surfistas sabem que fundos de corais são melhores pois não se alteram constantemente, e a ondulação quando entra juntamente com a combinação de outros fatores como maré e vento vai sempre quebrar ali naquela bancada perfeita.
Mas aqui também existem ondas internacionais que não precisam quebrar em fundos de coral para necessariamente serem perfeitas. No Brasil temos ondas “gringas” sim! Principalmente em condição de point breaks. Vou me referir aqui a ondas de alta perfomance, deixando de lado ondas em beach breaks e as ondas pesadas e perfeitas que temos por aqui também, como por exemplo, Ilha dos Lobos (RS), Laje de Jaguaruna (SC) e Shorebreak – Copacabana (RJ).
Dentro deste perímetro de costa , banhada pelo grande Oceano Atlântico, é impossível que não tenha ondas de qualidades, capaz até de fazer frente com algumas ondas internacionais. Dentro de nossa imensa costa, temos inúmeros recortes na topografia das praias, muitos costões, muitas baías, muitas enseadas... isso tudo favorece o aparecimento de boas ondas. Mas o que realmente difere o Brasil de outras localidades em termos de ondas, como por exemplo Hawaii, Austrália, Indonésia e etc. é a constância e a proporção dos swells que os atinge, estes mesmos que aqui não bombam constantemente pois o Oceano Atlântico é mais calmo do que os Oceanos Pacífico e Índico respectivamente.
Essa é a principal diferença, digamos que a primordial. Outra diferença que vale destaque é que esses locais são ilhas oceânicas, até mesmo a Austrália, podemos considerar como uma imensa ilha oceânica pois é banhada por todos os lados. Isso também favorece a entrada de swells por diferentes direções. Outro fator a se considerar é que o principal swell que atinge a costa brasileira, o mais constante não é o swell que atinge nosso litoral de frente. Nosso litoral, num geral está todo virado para o lado leste e o nosso principal swell é o do quadrante sul, isso faz com que muitos picos ao longo de todo nosso litoral fique adormecido por longos períodos de tempo, precisando de boas ressacas para poderem funcionar.
Pois é, agora está diagnosticado estudado os porquês, então imaginem se picos aqui do Brasil como Matinhos (PR) Paralelas (PR), direitas de Guaratuba (PR), Itapuca (RJ), Campeche (SC), Lambe-lambe (SC) entre outros picos de point breaks no Brasil quebrassem constantemente assim como os picos da “gringa”? Com certeza já teríamos um campeão mundial de surfe e o Brasil seria uma grande potência no esporte! Ondas gringas de altas perfomance nós temos sim, o que falta é swell bombando! Da mais uma olhadinha na foto acima, só que também não acorde amanhã achando que o mar subiu e que aquele pico “X” pode estar bombando, que você tem grandes chances de chegar no pico e encontrar o mar colado. Hahahha – Brasil é isso, ondas nós temos, nos falta é swell!
HUGO CASTRO http://nossomundoeosurf.blogspot.com/
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Alô galera, estamos de volta!
Os caras aí da fotos são meus brothers FÁBIO ALEMÃO da K& Z. E meu grande parceiro e árbitro da surf da ASP, RODRIGO ROLIM, atualmente morando em ITAPIRUBÁ e surfando as morras da praia da Vila em Imbituba!
CAMPEONATOS
O surfista Odirley Coutinho levou a melhor no Oakley/Planeta Surf Pro Tour 2009, realizado em Imbé, conquistando a etapa de abertura dos circuitos Brasil Tour e Gaúcho Profissional. A competição distribuiu ao todo trinta mil reais de premiação, além de 750 pontos no ranking da ABRASP e mais 2.500 no certame estadual. O gaúcho Rodrigo “Pedra” Dornelles ficou na segunda colocação, Guilherme Ferreira em terceiro e Dunga Neto em quarto lugar.
FEDERAÇÃO
E ai diretor técnico da Federação Gaúcha de Surf, quando você irá realizar uma reunião com todos os árbitros do Estado e realizar um cadastramento? Ou vais continuar chamando os mesmos em todos os campeonatos? Pelo andar da carruagem, qualquer um pode perceber que, ninguém quer largar a “tetinha”!
MAIS FEDERAÇÃO
Ano passado a FGSURF realizou reuniões de avalição do surf gaúcho em Porto Alegre. Poxa vida, presidente ORLANDO CARVALHO, não seria interessante realizá-las na praia? Até porque Porto Alegre não existe praia de mar...
ATLETA
Estou aguardando contato da surfista de Atlântida Sul NATÁLIA NAVARRO. Gostaria muito de fazer uma entrevista com ela. A Natália multi campeã de surf, engrandeceria o espaço aqui!
e-mails
Recebi um e-mail do osoriense que mora em Farroupilha FABRÍCIO ALMEIDA DE SOUZA, surfista e leitor da coluna. Grande abraço brother!
LOJAS NILZA
Show de bola a sessão de surfwear da Loja Nilza, na rua Machado de Assis. Belo espaço onde a galera encontra as melhores marcas de roupas de marca surf, por ótimos preços. Parabéns meu amigo JOEL DADDA e seu filho VINICIUS. Próxima coluna algumas fotos da loja.
O surfista Odirley Coutinho levou a melhor no Oakley/Planeta Surf Pro Tour 2009, realizado em Imbé, conquistando a etapa de abertura dos circuitos Brasil Tour e Gaúcho Profissional. A competição distribuiu ao todo trinta mil reais de premiação, além de 750 pontos no ranking da ABRASP e mais 2.500 no certame estadual. O gaúcho Rodrigo “Pedra” Dornelles ficou na segunda colocação, Guilherme Ferreira em terceiro e Dunga Neto em quarto lugar.
FEDERAÇÃO
E ai diretor técnico da Federação Gaúcha de Surf, quando você irá realizar uma reunião com todos os árbitros do Estado e realizar um cadastramento? Ou vais continuar chamando os mesmos em todos os campeonatos? Pelo andar da carruagem, qualquer um pode perceber que, ninguém quer largar a “tetinha”!
MAIS FEDERAÇÃO
Ano passado a FGSURF realizou reuniões de avalição do surf gaúcho em Porto Alegre. Poxa vida, presidente ORLANDO CARVALHO, não seria interessante realizá-las na praia? Até porque Porto Alegre não existe praia de mar...
ATLETA
Estou aguardando contato da surfista de Atlântida Sul NATÁLIA NAVARRO. Gostaria muito de fazer uma entrevista com ela. A Natália multi campeã de surf, engrandeceria o espaço aqui!
e-mails
Recebi um e-mail do osoriense que mora em Farroupilha FABRÍCIO ALMEIDA DE SOUZA, surfista e leitor da coluna. Grande abraço brother!
LOJAS NILZA
Show de bola a sessão de surfwear da Loja Nilza, na rua Machado de Assis. Belo espaço onde a galera encontra as melhores marcas de roupas de marca surf, por ótimos preços. Parabéns meu amigo JOEL DADDA e seu filho VINICIUS. Próxima coluna algumas fotos da loja.
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